AMALAYA | O FLUXO DA ETERNIDADE!
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O FLUXO DA ETERNIDADE!

A vida tem duas bases muito claras: Impermanência e Imprevisibilidade.

Essas bases tem a Criação como causa e resultado.

A isso podemos chamar de Fluxo.

Criação gera impermanência e imprevisibilidade, que gera criação, um fluxo continuo e inédito, um eterno retorno para o novo.

Esse é um pensamento paradoxal onde a mente dualista não fica a vontade.

Porque a mente dualista é excludente.

Já a mente paradoxal é integrativa.

A manutenção da mente dualista/excludente no fluxo causa sofrimento e esforço, isso é, fica mais difícil viver, porque desintegra, separa e dispotencializa a vida.

O ser humano escolhe viver na dualidade não pelo sofrimento, mas pela ilusão de que a vida poderia ser permanente e previsível.

Toda ilusão antecede a desilusão, pois apesar da insistência, ao invés de ter mudado as bases da vida, o ser humano só tem gerado sofrimento com sua mente dualista.

Provavelmente, em algum momento da existência humana, o humano sentiu medo da morte, e decidiu evita-la, e assim surgiu o humano imperfeito, aquele que nega a perfeição do fluxo da vida.

Nessa imperfeição, o humano, negando a morte, escolheu a vida sem fluxo, a vida controlada, buscando evitar a imprevisibilidade, interrompendo a criação, e o resultado disso tem sido antecipar a morte, pois já está morto em vida.

Por isso evita viver na criação e prefere sobreviver na representação.

A criação se dá através das relações, que acontece através dos sentidos.

Por isso, o humano em sua imperfeição, entope seus sentidos evitando a criação e gerando manutenção, apego, retenção, acumulo e tudo aquilo que dá a sensação de compensação por sua ausência no jogo da vida integra – vida/morte – eternidade.

Foi uma tentativa do humano de mudar o jogo, mas está na hora de reconhecer que esse experimento já não pe mais necessário, o fluxo prevalece e a humanidade precisa integrar esse humano imperfeito e renascer em sua perfeição.

Reintegrar o fluxo da vida, viver em criação, aceitar a impermanência e a imprevisibilidade, e nessa perfeição a humanidade estará condenada a viver na alegria!

Vamos desobstruir os sentidos, entrar em relação e criar a vida em sua total integridade.